| DISCIPLINA X PUNIÇÃO |
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Quando falamos em disciplina, imediatamente associamos a castigos, punições. Porém, disciplina é uma conduta que nos leva ao aprendizado dos nossos atos. Falar em disciplina é falar em encorajamento, recompensas e modelagem do procedimento da criança para que se comporte de maneira adequada.
No conjunto a disciplina é muito positiva: um comportamento que rende vantagens para a criança em geral; vai ser repetido. Portanto, é necessário dizer que as recompensas sejam dadas para comportamentos adequados, corretos e não para os errados e inadequados. Pais e educadores devem criar oportunidades para favorecer, assim, o desenvolvimento de sua inteligência. Devemos permitir que eles compreendam e experimentem por si só a realidade daquilo que ensinamos. Se autoritariamente determinarmos, estipularmos o que cada aprendiz da vida deva ou não fazer, vamos tirar-lhe o direito de livre arbítrio, induzindo-o à cultura da resistência, sem compreensão.Disciplinando a criança
Não recompense o mau comportamento. Não analise o comportamento de seu filho: não busque lógica racional; na maioria das vezes o movimento para a ação é interno e não externo. Diversão é sua melhor arma: tente distrair a criança com outra atividade, de preferência lúdica. Dê instruções claras: comunicação compreensível e transparente é um dos artifícios de pais positivos. Conheça as artimanhas deles: se você conhece as situações que desencadeiam maus comportamentos em seus filhos, evite-as enquanto ele é pequeno. Ignore o que não é importante: não gaste sua energia com assuntos irrelevantes. Restrinja o número de brinquedos e diversões oferecidos: o excesso também prejudica. Elogie: sempre recompense os esforços feitos pela criança com elogios, encoraje-o. Firmeza: seja firme, demonstre certeza de sua posição. Dê bons exemplos: o comportamento da criança é o espelhamento das atitudes e ações dos adultos de sua convivência. . Auxiliadora Cunha (Psicóloga Educação Infantil a 8ª Série)
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Pais e educadores devem criar oportunidades para favorecer, assim, o desenvolvimento de sua inteligência. Devemos permitir que eles compreendam e experimentem por si só a realidade daquilo que ensinamos. Se autoritariamente determinarmos, estipularmos o que cada aprendiz da vida deva ou não fazer, vamos tirar-lhe o direito de livre arbítrio, induzindo-o à cultura da resistência, sem compreensão.


