| COMO ESSA NOVA GERAÇÃO APRENDE? |
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Volte no tempo e vá, você, à data do primeiro programa de televisão transmitido via satélite e encontrará a música dos Beatles escolhida para ser o som envolvente daquele programa: Love, love, love! “Não há nada que você queira pensar que não possa ser pensado, não há nada que você queira fazer que não possa ser feito, não há nada que você queira cantar que não possa ser cantado... Para tanto é necessário ter amor!”.
Os diretores deste programa estavam certos de que se tratava de um momento novo, totalmente diferente do que acontecera antes, nos meios de comunicação. Estavam convictos de que as mudanças dependeriam de uma profunda motivação de cada um e, esta motivação estava expressa na música: “Amor, amor, amor...” A geração dos anos 90, hoje nas escolas, aprende qualquer coisa se tiver motivação, se tiver esse impulso gerado pelo amor que vem de dentro. Aprendem, mesmo que a escola não os ensine, usam de tecnologias de ponta, mesmo que elas não existam nas escolas.Surge, então, neste início de texto a primeira discussão: se a escola dispõe de tecnologia ela conseguirá ensinar aos seus alunos? Será a tecnologia a condição para um bom ensino e uma educação de qualidade? E nos deparamos com escolas cheias de computadores e máquinas sofisticadas em seus laboratórios, salas de robótica chamando a atenção e engordando matrículas enquanto alguns pensam que isto é suficiente. Não é, porque a máquina por si mesma, não ensina nada a quem quer que seja. É preciso perceber que tecnologia significa conhecimento e, portanto, dentro de uma escola, os elementos mais importantes estão no capital humano ali existente, todos grávidos de conhecimento. Assim, as máquinas poderão adquirir um significado e se direcionarem para uma educação de qualidade permitindo que essa geração aprenda. A geração atual, dentro das escolas, detesta escravidão. Eles detestam ser escravos e, portanto, detestam professores que se arvoram em “gerentes” porque gerente pouco difere de capataz e capataz só sobrevive se tiver escravos. Daí a conclusão que se chega com facilidade: a geração atual aprende se houver inovação, novas abordagens, ressignificação do conhecimento e contextualização daquilo que lhes é proposto. Por outro lado, a geração de professores nascida na década de 70 pouco fará por uma educação transformadora e libertadora da pessoa se não forem geniais para serem diferentes, especiais e únicos! Os educadores precisam ser valorizados na medida em que forem especiais, diferentes e fizerem a diferença dentro da escola e da sociedade. Assim, neste início de século é importante considerar que para ser diferente e compreender os educandos é necessário estar continuamente em processo de atualização. No momento em que os educadores estiverem com “prazo de validade vencido", os alunos não mais os aceitarão. Eles não aceitam educadores que ensinam pouco, alegando que ganham pouco! Mas, por que? Muito simples: quem ganha pouco e não se torna percebido por causa desse pouco que recebe, continuará no mesmo patamar de sempre. Faz tudo sempre igual, não consegue fazer diferença, nem se destacar. Se alguém quiser ganhar mais deve destacar-se pela sua criatividade. Então, quem ganhará sempre muito pouco? Aquele educador ou educadora que conheci numa cidade de beleza inesquecível deste país que me afirmou “ter uma relação histórica com a duplicadora a álcool” não conseguindo desgrudar-se dessa tecnologia superada. Na verdade percebe-se que esta pessoa não evoluiu e nem quer evoluir em seu conhecimento. Para citar Jacques Atalli, são pessoas que acreditam mais nos endereços territoriais que nos endereços nômades. E, os dois principais endereços nômades que permitem a comunicação entre nômades e sedentários são o e-mail e o número do celular. E quanto mais um objeto nômade permitir maiores conexões, mais ele será vendido. Ensinará, ou melhor, despertará os atuais educandos para o interesse em aprender quem tiver um conhecimento tal que lhe permita dialogar com inúmeras pessoas e máquinas, percebendo, em primeiro lugar que tecnologia é conhecimento. Portanto não estamos somente numa sociedade de tecnologias e informações, mas sim, na sociedade do conhecimento porque somente ele fará alguém ser diferente e é a diferença num determinado universo, apresentada pelo educador que permitirá que os educandos aprendam melhor e tenham interesse por este “lugar do sonho” ou seja: a escola. “Scolé”, do grego antigo, acabou por ser traduzida como uma onomatopéia e tivemos a palavra “escola”. Mas, na verdade, “scolé” significa no grego “coiné” o lugar do sonho. Eles aprenderão se houver sonho. Eles rejeitarão a escola se ela afastar-se de seu significado original. Eles rejeitarão aprender se desenvolvermos conceitos errados sobre o significado da palavra “aluno”. Quando alguns afirmam que aluno é uma pessoa “sem luz”, como se esta palavra fosse originária do grego e este “a” de aluno tivesse significado de alfa privativo, geram uma passividade e um pessimismo terrível sobre os educandos. O processo participativo deste ser, agora apagado por uma semântica duvidosa, leva a crer que os iluminados são os que “professam”, os professores. Os educandos não gostam disso. Mas, então, de onde vem esta palavra e qual o seu significado real? Onde estariam as justificativas lingüísticas para assegurar que aluno não significa este ser sem luz? O substantivo “alunus” existe desde os tempos de Cristo e significa “aquele que se alimenta do peito”. Portanto aluno é aquele que precisa ser alimentado com conhecimento para poder apreciar o mundo novo e sedutor que o cerca, fazendo os devidos discernimentos entre a verdade e a mentira. O radical desta palavra é o mesmo do verbo latino “alere” que significa alimentar de onde derivam as palavras alimentum, alimento; altus, que cresceu, alto; altitudo, altura; adolesco, crescer; adolescens, que está crescendo, adolescente e, adultus, que acabou de crescer. Se esta palavra é latina pergunta-se por que os latinos recorreriam a um prefixo grego para negar a luz, se eles tinham um prefixo próprio, o “in”? Também, para os que não aceitam ainda as justificativas apresentadas insisto que não há como justificar o desaparecimento das letras (m e i) do radical de lumen, luminis, na formação do hipotético alunus. Portanto não há como dizer que aluno é um “não iluminado”. Na verdade os educandos desta nova geração não querem aprender dentro de uma atmosfera de pessimismo, de mão única direcionando o saber que não se compartilha e dentro de uma ótica de sombreamento. O ato de aprender é complexo e sempre o foi. A questão que se coloca, hoje, está ligada ao que Masimo Canevacci, em seu livro Culturas Extremas chama de aporia, nonorder e e-scape. Ou seja: os alunos usam outra lógica, eles vivem momentos cheios de contradição, de antagonismos que, na visão de Jacques Derrida seria a differénce. Nós é que seguimos tudo com um pensamento de início meio e fim. Eles não. Torna-se importante ao ensinar estar verificando, constantemente, se os alunos conseguem desenvolver mecanismos mentais de síntese com esse modo, aparentemente louco, de ver as coisas. Por exemplo: eles começam a ler um livro pela última página, coisa que nós nunca ousaríamos fazer. Se eles lêem do início para o final ou com outra lógica e conseguem chegar aos objetivos da leitura, tudo bem. Não houve prejuízo quanto ao enriquecimento do vocabulário. O importante é saber como este aluno organizará as idéias depois. Nós pensamos que seria impossível organizá-las fora de uma lógica tradicional e de uma concatenação de idéias, eles, no entanto, demonstram conseguir, apesar da aparente desordem. Quando exigimos que sigam um único caminho podemos não atingir nossos objetivos porque eles desanimam, não enriquecem o conhecimento da língua e se desgostam das leituras. Hoje, para ensinar é preciso saber compreender como funciona o mecanismo do pensar nesses adolescentes da era da eletrônica. Isto, ainda segundo Canevacci, gera essa nonorder que invade os pensamentos, quando nós, os professores, queremos impor uma ordem do pensar, redirecionando os passos de quem aprende, por julgarmos o melhor caminho. Nossos alunos querem aprender os caminhos fazendo-os por si mesmos. Ainda vale o pensamento do poeta Antonio Machado: “caminhante, não há caminho, fazemos o caminho ao caminhar." Para estruturas mentais positivistas só haveria progresso da aprendizagem se houvesse ordem no aprender e, essa lógica seria ordenada linearmente. É isso, exatamente, que eles detestam. Acabam nada aprendendo quando o educador não é uma pessoa com um mínimo de flexibilidade para aceitar uma nova forma de aprender. Esta forma de aprender não é linear a ponto de poder ser identificada como uma forma própria deste século. Ela, na verdade, não tem forma. É necessário descobri-la em cada caso, em cada sala de aula e em cada mente pensante. Portanto, diante dessa nonorder só há um caminho: fazer o caminho didático ao caminhar, como já dizia o poeta, embora mais trabalhoso por ser imprevisível. E estamos, então, diante de uma escola que nada tem de semelhante com a “escola das certezas”.Temos uma escola das incertezas que substituiu a escola das promessas, exatamente no Brasil, divulgada nos anos setenta. Já desde o início da década de noventa, a escola das incertezas predominava, embora as estruturas de ensino e de pensamento dos educadores relutem ainda para impor uma escola das certezas. Nossos alunos aprendem enquanto vivem uma espécie de exílio, a que Canevacci chama de e-scape. Eles estão numa diáspora não bíblica, dentro do cristal líquido de um computador. Esta tela assumiu uma autoridade diante deles que nos derruba a todos com métodos e processos que a tente eliminar. Eles acreditam muito mais na telinha enquanto com ela convivem que com a presença constante de um educador, cuja carne e ossos podem ser sentidos. Um mundo virtual para aprender, em meio à grande contradição de uma era de comunicação de massas, onde as massas tornam-se anônimas, podendo ainda na visão de Zigmund Bauman, tornarem-se líquidas, aniquilando o efeito humano da comunicação entre pessoas que, de real torna-se, simplesmente, virtual. Eis a razão do e-scape ser um grande atrator, num momento em que a humanização da educação e do ato de aprender estão balizados pelo “aprender a conviver” como uma das grandes propostas da Unesco para a educação. Conjugar todos esses fatores é imprescindível para que eles possam aprender. A luta contra as dominantes deste século estará perdida se não entendermos as novas linguagens, as novas mensagens e os novos caminhos que nos são apresentados pelas novas gerações. No processo de aprender, hoje, o imediatismo impera e o utilitarismo o acompanha. Sabemos que nossos alunos já nascem com um celular. Também aqui Jacques Attali adverte para este objeto nômade da comunicação que se tornou um inseparável apêndice do corpo humano. Ninguém ensina às novas gerações e elas usam este aparelho. Comunicam-se com facilidade e criam problemas econômicos para as famílias quando chegam as contas das telefônicas. Não adianta fugir da realidade. Eles aprendem, mesmo que não se ensine. Nós aprendemos a discar nos telefones fixos. Eles usam os telemóveis com mais destreza que nós. Aprendem tudo em relação às mensagens, enviam “torpedos”, passam cola de uma sala a outra, sabem de notícias que ocorrem on line durante uma aula podendo informar ao professor sobre a mudança da bolsa de valores, do câmbio ou da oscilação do preço do barril de petróleo. Como reagimos diante disto? Em geral da pior maneira possível. Primeiro, condenamos o uso de telefones celulares com o nosso na cintura e, muitas vezes ligado na campainha durante a aula que ministramos. É uma contradição. Segundo, afirmamos que eles não sabem usar o aparelho e não ensinamos sobre o grande potencial que ele reúne. Sem resiliência diante de inúmeros toques em sala de aula partimos para uma solução final: proibir. E quando a proibição parte de uma Assembléia Legislativa e a lei é sancionada para todo o Estado parece que surgiu um alívio no horizonte. Dizemos que os legisladores proibiram, transferimos as responsabilidades e não nos atualizamos para ensiná-los a usar melhor um potente meio de comunicação. Proibimos o celular como proibimos o uso de máquina de calcular ou como proibimos, na década de cinqüenta, o uso da caneta esferográfica ou as leis de trânsito tentam impedir aparelhos eletrônicos que identifiquem a certa distância um radar fixo nas estradas, avenidas e ruas. O sistema educacional não consegue ver que cada produto fabricado traz consigo uma cultura. Uma ponteira com laser exige uma cultura para que seu feixe de luz não cause danos ao corpo dos outros. Um liquid paper não é feito para se escrever nomes em carteiras escolares e, sim, apagar textos para serem corretamente reescritos à mão ou outro meio. Uma motocicleta é feita para carregar mais uma pessoa ou alguns objetos, daí o aparecimento do moto taxista e do moto boy. Uma van foi feita para transportar um número determinado de passageiros e seria um desperdício se transportasse somente um ou dois. E quem livra a sociedade do transporte alternativo? Pelo contrário, a sociedade impôs este transporte pelos vazios seguidos possibilitados justamente pelos que não conseguiam transportar as pessoas com o transporte convencional. Tudo é uma questão de estar aberto ao novo, ou seja, ser resiliente. Quem não o é, terá de conviver ou lutar judicialmente contra essas novidades que encantam e criam essa différence, nas abordagens de Derrida sobre a desconstrução. Duas situações são impostas mesmo que tentemos impor nossos critérios: de um lado, ou nos abrimos ao novo e entendemos o modo de ser e pensar das novas gerações para que elas aprendam ao máximo sobre o legado cultural que temos o dever de repassar ou, de outro lado, rejeitamos tudo e seremos desconstruidos pelas gerações que derrubam muros como se fossem barreiras cartesianas que impedem a comunicação, a visão sistêmica na ótica de Ludwig Von Berthalanphy e a complexidade explicitada por Edgar Morin na sua coleção sobre o método. Por isso é pertinente ouvir, cantar e refletir sobre a música e letra do conjunto Pink Floyd : We d’ont need no education, nós não precisamos de educação. E, quando afirmam na letra “hei, professores, deixem seus alunos sozinhos... e, cartesianamente: nada mais somos que um tijolo em cima de um tijolo...” eles querem dizer que desejam aprender em solidariedade, que a educação cartesiana tradicional cria barreiras ao ato de aprender sem contextualização e conexão. Terrível é o clipe dessa música quando os alunos quebram as paredes das escolas com marretas, formam uma fogueira para queimar carteiras e até educadores. Esta é a educação que eles não querem: a educação massificadora onde as pessoas saem dela moldadas no perfil que a sociedade tradicional quer e deseja. O conjunto musical com sua sensibilidade artística antevê a desconstrução por perceber que uma educação que transforme a pessoa numa mercadoria, só se adapta a uma vida de consumismo como aborda Zigmund Bauman em Vida para Consumo. O modo de aprender de novas gerações se opõe à Política de Aristóteles no que diz respeito à convivência entre os sexos. No livro primeiro, capítulo segundo desta obra o filósofo assim se expressa sobre a convivência entre alma e corpo e entre macho e fêmea: “o entendimento governa o instinto, como um juiz aos cidadãos e um monarca aos seus súditos. É claro, pois, que a obediência do corpo ao espírito, da parte afetiva à inteligência e à razão, é a coisa útil e conforma com a natureza. A igualdade ou direito de governar cada um por sua vez seria funesta a ambos. A mesma relação existe entre o homem e os outros animais. A natureza foi mais pródiga para com o animal que vive sob o domínio do homem do que em relação à fera selvagem; e a todos os outros animais é útil viver sob a dependência do homem. Nela eles encontram a sua segurança. Os animais são machos e fêmeas. O macho é mais perfeito e governa; a fêmea o é menos e obedece. A mesma lei se aplica naturalmente a todos os homens”. A nova geração está mais apta a conviver com a diferença de gêneros e isto contrasta com a mentalidade dos que foram formados dentro dos princípios de Aristóteles, um filósofo de grande valor, porém, podendo ser chamado de pai do machismo ocidental. Não querendo, apenas, falar do aprender a conhecer creio ser importante considerar neste final o aprender a conviver. Uma escola, portanto, que não permite a convivência entre gêneros e que usa de todos os artifícios para separar meninos e meninas, alegando ser uma escola mista com classes para meninos e outras classes para meninas, disfarça este machismo, não ensina a convivência e, diante dos conceitos de respeito pelo ser humano, impede pelo tributo que paga a paradigmas superados, que as pessoas cresçam no processo de conviver. Duas mensagens sábias poderiam clarear nossas mentes: uma, do Dalai Lhama no livro Uma Ética para o Terceiro Milênio – “quando você toca o corpo de uma pessoa, você está tocando toda a sua história”; outra, da Madre Tereza de Calcutá – “não devemos sair da frente de uma pessoa sem deixá-la melhor”; Em toda educação existem riscos. O aprender a conhecer e o aprender a conviver incluem vários riscos. Cabe ao educador evitar perigos; para que um ser se eduque bem e com qualidade, no entanto, precisamos correr riscos. Jacques Attali nos mostra uma sociedade do passado e do presente com suas estruturas; a sociedade baseada na religião, na guerra e na economia. A sociedade religiosa clássica considerava Júpiter como Deus supremo, seguia-se o método de louvor, ou seja, a prece que desaguava na religião com seus rituais e sacrifícios; a sociedade da guerra projetava o deus Marte, seu símbolo era a arma, a classe mais importante a dos militares, seu cenário era territorial e de conquistas e projetava-se com seus monumentos; a sociedade da economia era a do deus Quirino, seu símbolo o dinheiro, o poder é econômico, o campo de ação é tipicamente individual e os investimentos suplantam os monumentos e sacrifícios. Uma sociedade moderna para aprender a conhecer, fazer, conviver e ser, em plena sociedade de consumo, sem se deixar dominar pelos ditames do deus Quirino, sem se escravizar ao mercado, devendo ser comunitária para não ser devorada pelo individual que tende a transformá-la em mercadoria na visão de Bauman, necessita de educadores abertos às questões levantadas neste artigo sob pena de perder-se num emaranhado propedêutico, aniquilando os valores da educação grega que são atuais por superarem o simplesmente “logos” ou o conteúdo. Uma educação num lugar onde seja permitido sonhar dentro do equilíbrio entre os valores divinos e humanos, do corpo e do espírito e numa Paidéia libertadora. Professor Hamilton Werneck é pedagogo, escritor e conferencista. Doutorando em Educação. www.hamiltonwerneck.com.br Professor Hamilton Werneck é pedagogo, especialista em educação, pós graduado em educação, professor para o ensino superior reconhecido pelo CFE conforme Documenta 200 do mesmo conselho de educação, escritor e conferencista. Doutorando em Educação pela Wisconsin International University de Idaho - USA. Com 21 livros publicados e 7 DVDs educativos, Hamilton Werneck já realizou mais de 1.250 conferências em todo o Brasil envolvendo colégios, secretarias de educação, sindicatos patronais e de classe e universidades. Com experiência em educação desde as classes multisseriadas do interior até a pós-graduação, vem participando ativamente da vida educacional do país através de programas de TV e congressos nacionais e internacionais de educação. Pertenceu, como conselheiro, de conselhos municipais e do Conselho Estadual de Educação do Estado do Rio de Janeiro. Foi Secretário de educação do município de Nova Friburgo - RJ. Seu livro "Como Vencer na Vida Sendo Professor", foi traduzido no México, para todos os países de língua espanhola; "O Profissional do Século XXI", está sendo traduzido para o inglês. Escreve para as revistas ABC EDUCATIO e para a PROFISSÃO MESTRE, nesta última fazendo parte do conselho editorial. Escreve neste site. Trabalha na Universidade Candido Mendes -Rio de Janeiro, onde ocupa o cargo de Diretor do Instituto Superior de Educação. |




A geração dos anos 90, hoje nas escolas, aprende qualquer coisa se tiver motivação, se tiver esse impulso gerado pelo amor que vem de dentro. Aprendem, mesmo que a escola não os ensine, usam de tecnologias de ponta, mesmo que elas não existam nas escolas.


